Portas e janelas em pedra lioz portuguesa e piso de tijolos artesanais
6,12 x 8,18 x 3,32 m
Construída a partir de antigas portas e janelas de pedra lioz do século 19, a instalação recria, ao ar livre, a estrutura essencial de uma residência sem paredes. A obra funciona como evocação da arquitetura histórica pernambucana e da memória urbana do Recife, cidade que perdeu parte significativa de seu patrimônio ao longo do século 20. Casa Imaginária propõe uma releitura de fragmentos do passado, tornando-os espaço de encontro.
Ricardo Pessôa de Queiroz Filho
Recife, Pernambuco, 1962
Vive e trabalha no Recife
Empresário, colecionador e idealizador da Usina de Arte, Ricardo Pessôa de Queiroz atua desde 2015 na transformação da antiga Usina Santa Therezina em parque artístico-botânico, reunindo arte, educação, patrimônio e regeneração ambiental no território antes dominado pela cana-de-açúcar. Suas obras no acervo revelam interesse pela memória pernambucana e pela reinvenção de vestígios históricos.
