Ferro e laca industrial
1,3 x 1,41 x 0,88 m
0,93 x 1,15 x 1,15 m
1,44 x 1,33 x 1,18 m
Como alguém se torna aquilo que é? A partir de uma estrutura simples, inspirada em um suporte de coador de café, Júlio Villani cria três esculturas que se configuram como estágios de uma mesma busca para responder à pergunta tão objetiva quanto existencial. A identidade surge menos como uma essência do que uma construção constante, formada pelas marcas acumuladas ao longo da vida. A obra faz do autorretrato um processo aberto, no qual cada andaime parece sustentar uma etapa provisória dessa investigação sobre o sujeito em permanente formação.
Júlio Villani
Marília, São Paulo, 1956
Vive e trabalha em São Paulo e Paris
Nascido em Marília (SP), em 1956, e formado também em Paris, possui uma produção multifacetada, que transita entre pintura, desenho, bordado, colagem, assemblage e escultura, em um processo aberto à experimentação. Mais interessado no jogo das associações do que em sentidos fixos, articula referências históricas e diferentes tradições artísticas.
